Une Sacra

Centúrias de Nostradamus — Centúria V

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1Antes da vinda da ruína Céltica,
Dentro do templo dois parlamentarão,
Punhal no coração, por um montado no corcel, e lança,
Sem fazer ruído o grande enterrarão.

2Sete conjurados no banquete farão luzir,
Contra os três, o ferro fora do navio,
Um as duas frotas ao grande fará conduzir,
Quando pelo malho o último na fronte lhe atira.

3O sucessor do Ducado virá
Muito mais além do que o mar da Toscana,
Ramo Gaulês terá Florença,
Em seu regaço, de acordo, a Rã náutica.

4O grande mastim da cidade expulso
Ficará irritado com a estranha aliança,
Depois de nos campos ter o chefe caçado,
O Lobo e o urso se darão desconfiança.

5Sob sombra santa de tirar da servidão,
Povo e cidade ele mesmo os usurpará,
Pior fará por engano de jovem meretriz,
Entregue no campo, lendo o falso proêmio.

6Ao Rei o áugure, sobre a cabeça a mão pôr,
Virá rogar pela paz Itálica;
Para a mão esquerda virá mudar o Cetro,
De Rei virá Imperador pacífico.

7Do triúnviro serão achados os ossos,
Buscando profundo tesouro enigmático:
Os de em redor não estarão em repouso,
De escavar mármore e chumbo metálico.

8Será deixado o fogo morto, vivo, escondido,
Dentro dos globos horríveis, espantoso;
De noite, à frota, cidade em pó lançado,
A cidade em fogo, o inimigo favorável.

9Até o fundo o grande arco demolido,
Por chefe cativo o amigo antecipado,
Nascerá de dama fronte, face cabeluda,
Depois por astúcia Duque à morte apanhado.

10Um chefe Céltico no conflito ferido,
Perto da cave vendo os seus mortos abater:
De sangue e chagas e de inimigos apertado,
E socorro por desconhecidos de quatro.

11O mar pelos solares seguro não passará,
Os de Vênus terão toda a África:
Seu reino mais Sol, Saturno não ocupará,
E mudará a morte Asiática.

12Perto do Lago Lemano será conduzida,
Por moça estrangeira, cidade querendo trair,
Antes do seu assassínio, em Augsburg a grande fuga,
E os do Reno a virão invadir.

13Por grande furor o Rei Romano Belga
Vexar quererá por falange bárbara:
Furor rangendo expulsará gente Líbica,
Desde os Panônios até as Colunas de Hércules.

14Saturno e Marte em Leão, Espanha cativa,
Por chefe Líbico no conflito apanhado:
Perto de Malta, a herdeira tomada viva,
E o cetro Romano será pelo galo atingido.

15Navegando, cativo preso o grande pontífice;
Grandes aprestos, saltar os clérigos tumultuados:
Segundo eleito ausente, o seu bem dissipa,
Seu favorito bastardo à morte morto.

16A seu alto preço a lágrima Sabeia,
De carne humana por morte em cinza pôr,
Na ilha de Faros por cruzados perturbada,
Quando em Rodes aparecer duro espectro.

17De noite passando o Rei perto de uma viela,
O de Chipre e principal espreita,
O Rei falhado, a mão foge ao longo do Ródano,
Os conjurados o irão matar.

18De luto morrerá o infeliz derrotado,
Celebrará sua vencedora a hecatombe:
Lei primitiva, franco Édito redigido,
O muro e o Príncipe no sétimo dia tomba.

19O grande Real de ouro, de bronze aumentado,
Rompido o pacto, por jovem aberta guerra,
Povo aflito por um chefe lamentado,
De sangue bárbaro será coberta a terra.

20Além dos Alpes grande exército passará,
Um pouco antes nascerá monstro vapino:
Prodigioso e súbito voltará
O grande Toscano ao seu lugar mais próximo.

21Pela morte do Monarca latino,
Os que ele tiver socorrido no reino:
O fogo luzirá, dividido o despojo,
A morte pública aos ousados acorridos.

22Antes que em Roma o grande tenha rendido a alma,
Pavor grande ao exército estrangeiro:
Por esquadrões a emboscada perto de Parma,
Depois os dois vermelhos juntos farão festa.

23Os dois contentes estarão unidos,
Quando a maior parte a Marte estiver conjunta:
O grande da África em pavor e tremor,
Duunvirato pela frota desunido.

24O reino e a lei sob Vênus elevados,
Saturno terá sobre Júpiter império:
A Lei e o reino pelo Sol levantados,
Pelos Saturninos suportarão o pior.

25O príncipe Árabe, Marte, Sol, Vênus, Leão,
Reino da Igreja por mar sucumbirá:
Para a Pérsia bem perto de um milhão,
Bizâncio, Egito, verdadeira serpente invadirá.

26A gente escrava por uma ventura marcial
Virá a tão alto grau elevada:
Mudarão de príncipe, nascerá um provincial,
Passar o mar, tropa nos montes levantada.

27Por fogo e armas, não longe do Mar Negro,
Virá da Pérsia ocupar Trebizonda:
Tremer Faros, Mitilene, Sol alegre,
De sangue Árabe de Ádria coberta a onda.

28O braço pendurado e a perna atada,
Rosto pálido, no seio punhal escondido:
Três que estarão jurados da refrega,
Ao grande de Gênova será o ferro solto.

29A liberdade não será recobrada,
Ocupá-la-á negro, altivo, vilão, iníquo:
Quando a matéria da ponte for obrada,
Do Hister, Veneza irritada, a república.

30Todo em redor da grande cidade
Estarão soldados alojados por campos e vila,
Dar o assalto, Paris, Roma incitada,
Sobre a ponte então se fará grande saque.

31Pela Terra Ática, chefe da sabedoria,
Que de presente é a Rosa do Mundo,
Ponte arruinada, e sua grande preeminência
Será súdita, e naufrágio das Ondas.

32Onde tudo é bom, todo bem, Sol e Lua,
É abundante, sua ruína se aproxima,
O Céu avança a mudar a tua fortuna,
No mesmo estado que a sétima Rocha.

33Dos principais da cidade rebelada
Que se manterão firmes para reaver a liberdade:
Trucidar machos, infeliz refrega,
Gritos, uivos em Nantes, lastimável ver.

34Do mais profundo do ocidente Inglês,
Onde está o chefe da ilha Britânica:
Entrará frota na Gironda por Blaye,
Por vinho e fogos escondidos nas barricas.

35Pela cidade franca do grande mar Selênico,
Que traz ainda no estômago a pedra:
Frota Inglesa virá sob a garoa,
Um ramo tomar, do grande aberta guerra.

36Da irmã o irmão, por rivalidade fingida,
Virá misturar orvalho em mineral:
Sobre o bolo dado à velha tardia,
Morre ao prová-lo, será simples e rural.

37Trezentos serão de um querer e acordo,
Para chegar ao fim do seu intento:
Vinte meses depois, todos e lembrados,
Seu Rei trair, simulando ódio fingido.

38Este grande Monarca que ao morto sucederá
Dará vida ilícita e lúbrica:
Por indolência a todos concederá,
Que no fim faltará a lei Sálica.

39Do verdadeiro ramo das flores-de-lis saído,
Posto e alojado herdeiro da Etrúria:
Seu sangue antigo de longa data saído
Fará Florença florescer no armorial.

40O sangue real será tão misturado,
Constrangidos serão os Gauleses da Hespéria:
Esperar-se-á que o prazo tenha corrido,
E que a memória da voz tenha perecido.

41Nascido sob as sombras e jornada noturna,
Estará em reino e bondade soberana,
Fará renascer o seu sangue da antiga urna,
Renovando século de ouro pelo de bronze.

42Marte elevado em seu mais alto campanário
Fará retirar os Alóbroges da França:
A gente Lombarda fará tão grande pavor
Aos da Águia compreendidos sob a Balança.

43A grande ruína das sagradas não se afasta,
Provença, Nápoles, Sicília, Sées e Pons:
Na Germânia, no Reno e em Colônia,
Vexados à morte por todos os de Mainz.

44Por mar o vermelho será preso pelos piratas,
A paz será por seu meio perturbada:
A ira e a avareza cometerá por santo ato,
Ao grande Pontífice será o exército dobrado.

45O grande Império será logo desolado,
E transladado perto da selva das Ardenas:
Os dois bastardos, perto, o primogênito decapitado,
E reinará Aenobarbo, nariz de milhafre.

46Por chapéus vermelhos querelas e novos cismas,
Quando se tiver eleito o Sabino,
Produzir-se-ão contra ele grandes sofismas,
E será Roma lesada pelos Albanos.

47O grande Árabe marchará bem adiante,
Traído será pelos Bizantinos,
A antiga Rodes lhe virá ao encontro,
E maior mal pelo austro Panônio.

48Depois da grande aflição do cetro,
Dois inimigos por eles serão derrotados,
Frota da África aos Panônios virá nascer,
Por mar e terra se farão horríveis feitos.

49Nenhum da Espanha, mas da antiga França,
Será eleito para a trêmula barquinha:
Ao inimigo será feita confiança,
Que no seu reino será peste cruel.

50No ano em que os irmãos do lis forem de idade,
Um deles terá a grande Romanha,
Tremer os montes, aberta a passagem Latina,
Pacto, marchar contra o forte da Armênia.

51A gente da Dácia, da Inglaterra e da Polônia,
E da Boêmia farão nova liga:
Para passar além da coluna de Hércules,
Barcinos, Tirrenos erguer cruel intriga.

52Um Rei haverá que dará o oposto,
Os exilados elevados sobre o reino:
De sangue nadar a gente casta Hipólita,
E florescerá longo tempo sob tal insígnia.

53A lei do Sol e de Vênus contendendo,
Apropriando-se do espírito de profecia:
Nem um nem outro serão entendidos,
Pelo Sol se manterá a lei do grande Messias.

54Do Ponto Euxino e da grande Tartária,
Um Rei haverá que virá ver a Gália,
Transpassará Alânia e a Armênia,
E em Bizâncio deixará sangrenta vara.

55Da feliz região da Arábia
Nascer poderoso de lei Maometana:
Vexar a Espanha, conquistar Granada,
E mais por mar à gente Lígure.

56Pela morte do muito velho pontífice
Será eleito Romano de boa idade:
Que se dirá que a Sede ele debilita,
E longo tempo terá, e de picante obra.

57Sairá do monte Gaulsier e Aventino
Quem pelo buraco avisará o exército:
Entre duas rochas será preso o despojo,
De Sext. Mausole falhar a fama.

58Do arquiduque de Uzès, Gardon,
Pela floresta e monte inacessível,
No meio da ponte será ferido no punho
O chefe de Nîmes que tão terrível será.

59Ao chefe Inglês em Nîmes estada demasiada,
Para a Espanha, ao socorro Areobarbo,
Vários morrerão por Marte aberto nesse dia,
Quando em Artois falhar estrela com barba.

60Por cabeça rapada virá bem mal eleger,
Mais do que o seu encargo comporta passará:
Tão grande furor e raiva fará dizer
Que a fogo e sangue todo sexo cortará.

61A criança do grande, não estando no seu nascimento,
Subjugará os altos montes Apeninos,
Fará tremer todos os da Balança,
E dos montes fogos até o monte Cenis.

62Sobre os rochedos sangue se verá chover,
Sol, Oriente, Saturno Ocidental,
Perto de Orgon guerra, em Roma grande mal ver,
Naves afundadas, e preso o Tridental.

63De vã empresa a honra, indevida queixa,
Galeotes errantes, pelos latinos frio, fome, ondas:
Não longe do Tibre de sangue a terra tingida,
E sobre os humanos haverá diversas pragas.

64Os reunidos pelo repouso do grande número,
Por terra e mar, conselho contramandado:
Perto do Outono, Gênova, Nice da sombra,
Por campos e vilas o chefe contrabandeado.

65Súbito vindo, o pavor será grande,
Dos principais do negócio escondidos:
E dama em brasa não será mais vista,
Pouco a pouco serão os grandes irritados.

66Sob os antigos edifícios vestais,
Não afastados de aqueduto arruinado,
Do Sol e da Lua são os luzentes metais,
Ardente lâmpada de Trajano, de ouro gravado.

67Quando o chefe de Perúgia não ousar a sua túnica,
Sem coberta todo nu despojar-se,
Serão presos sete, feito Aristocrático,
O pai e o filho mortos por ponta no colar.

68No Danúbio e no Reno virá beber
O grande Camelo, não se arrependerá:
Tremer os do Ródano e mais forte os do Loire,
E perto dos Alpes o galo os arruinará.

69Não estará mais o grande em falso sono,
A inquietação virá tomar repouso:
Erguer falange de ouro, azul e vermelho,
Subjugar a África, roê-la até os ossos.

70Das regiões sujeitas à Balança
Farão perturbar os montes por grande guerra:
Cativo todo sexo devido e toda Bizâncio,
Que se gritará à aurora de terra em terra.

71Pelo furor de um que esperará a água,
Pela grande raiva todo o exército agitado,
Carregado de nobres a dezessete barcos,
Ao longo do Ródano, tarde o mensageiro chegado.

72Pelo prazer de édito voluptuoso,
Misturar-se-á o veneno na lei.
Vênus estará em curso tão virtuoso
Que ofuscará do Sol toda liga.

73Perseguida por Deus será a Igreja,
E os santos templos serão despojados:
O filho a mãe porá nua em camisa,
Estarão os Árabes aos Polacos aliados.

74De sangue Troiano nascerá coração Germânico,
Que chegará a tão alto poder,
Expulsará a gente estrangeira Arábica,
Tornando a Igreja à primitiva preeminência.

75Subirá alto sobre o bem, mais à destra,
Ficará sentado sobre a pedra quadrada:
Para o meio-dia posto à sua janela,
Bastão torto na mão, boca cerrada.

76Em lugar livre armará o seu pavilhão,
E não quererá nas cidades tomar lugar:
Aix, Carpentras, l'Isle, Volce, monte Cavaillon,
Por todos os lugares abolirá o rastro.

77Todos os graus de honra Eclesiástica
Serão mudados em dial quirinal:
Em Marcial quirinal flamínico,
Um Rei da França o tornará vulcanal.

78Os dois unidos não durarão longamente,
E em treze anos ao bárbaro se apega:
Dos dois lados farão tal perda
Que um bendirá a barca e a sua capa.

79A sagrada pompa virá baixar as asas
Pela vinda do grande Legislador:
O humilde elevará, vexará os rebeldes,
Não nascerá sobre a terra nenhum êmulo.

80Ógmio a grande Bizâncio se aproximará,
Expulsa será a liga bárbara,
Das duas leis, a étnica cederá,
Bárbara e franca em perpétua intriga.

81A ave Real sobre a Cidade solar,
Sete meses antes fará noturno augúrio:
Muro do Oriente cairá, trovão, relâmpago,
Sete dias às portas os inimigos à hora.

82No pacto concluído, fora da fortaleza
Não sairá aquele em desespero posto:
Quando os de Arbois, de Langres contra Bresse
Tiverem nos montes de Dole emboscada de inimigos.

83Os que tiverem empreendido subverter
Sem par reino, poderoso e invencível,
Farão por fraude, noites três avisar,
Quando o maior à mesa ler a Bíblia.

84Nascerá do abismo e cidade imensurável,
Nascido de pais obscuros e tenebrosos:
Quando o poder do grande Rei reverenciado
Quiser destruir por Rouen e Évreux.

85Pelos Suevos e lugares circunvizinhos,
Estarão em guerras por causa das nuvens,
Campo, marinhos, gafanhotos e mosquitos,
Do Lemano as faltas serão bem desnudadas.

86Pelas duas cabeças e três braços separados,
A cidade grande por águas será vexada:
Dos grandes dentre eles por exílio desgarrados,
Por cabeça Persa Bizâncio muito apertada.

87No ano em que Saturno estiver fora de servidão,
O território franco será de água inundado:
De sangue Troiano será o seu casamento,
E será seguro de Espanhóis cercar.

88Sobre a areia, por um hediondo dilúvio,
Dos outros mares achado monstro marinho:
Perto do lugar se fará um refúgio,
Tendo Savona escrava de Turim.

89Dentro da Hungria pela Boêmia, Navarra,
E por bandeira fingidas sedições:
Por flores-de-lis, país portando a barra,
Contra Orléans fará comoções.

90Nas Cícladas, em Perinto e Larissa,
Dentro de Esparta, todo o Peloponeso;
Tão grande fome, peste por falso pó,
Nove meses durará, e todo o Quersoneso.

91No grande mercado que se diz dos mentirosos,
Do cabo Torrent e campo Ateniense,
Serão surpreendidos pelos cavalos ligeiros,
Pelos Albaneses, Marte, Leão, Sat. um versien.

92Depois de a sede ocupada dezessete anos,
Cinco mudarão em tal termo revolvido:
Depois será um eleito no mesmo tempo
Que dos Romanos não será muito conforme.

93Sob o território do redondo globo lunar,
Quando for dominador Mercúrio:
A ilha da Escócia será um luminar
Que os Ingleses porá em derrota.

94Transladará para a grande Germânia
Brabante e Flandres, Gante, Bruges e Bolonha:
A trégua santa, o grande duque da Armênia
Assaltará Viena e Colônia.

95O remo náutico convidará as sombras
Do grande Império, então virá a incitar:
O mar Egeu, dos lenhos os estorvos,
Impedindo a onda Tirrena de flutuar.

96Sobre o meio do grande mundo a rosa,
Por novos feitos sangue público derramado,
Para dizer a verdade, ter-se-á a boca fechada,
Então na necessidade virá tarde o esperado.

97O nascido disforme por horror sufocado
Na cidade do grande Rei habitável:
O édito severo dos cativos revogado,
Granizo e trovão, Condom inestimável.

98A quarenta e oito graus climatéricos,
No fim de Câncer tão grande secura,
Peixe no mar, rio, lago cozido héctico,
Béarn, Bigorre por fogo do céu em aflição.

99Milão, Ferrara, Turim e Aquileia,
Cápua, Brindisi vexadas por gente Céltica,
Pelo Leão e falange aquilina,
Quando Roma tiver o chefe velho Britânico.

100O incendiário pelo seu fogo apanhado,
De fogo do céu por Carcassonne e Comminges,
Foix, Auch, Mazères, alto velho escapado,
Pelos de Hesse, dos Saxões e Turíngia.

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Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular

Fonte: Internet Sacred Text Archive — texte de 1568

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