Protoevangelho de Tiago — 18. Pausa na natureza
Ler no Une Sacra1E encontrou ali mesmo uma gruta e fez Maria entrar nela. E, deixando os seus filhos perto dela, foi procurar uma parteira na região de Belém.
2E eu, José, caminhava, e eis que deixei de caminhar. E lançava os meus olhares para o ar, e via o ar cheio de terror. E erguia-os para o céu, e via-o imóvel, e os pássaros parados. E baixei-os para a terra, e vi uma gamela e trabalhadores com as mãos nela, e os que amassavam não amassavam. E os que levavam a massa à boca não a levavam, mas tinham os olhos postos no alto. E uns carneiros conduzidos ao pasto não andavam, mas permaneciam quietos, e o pastor levantava a mão para batê-los com a sua vara, e a mão ficava suspensa no ar. E contemplava a corrente do rio, e as bocas dos cabritos mantinham-se rente à água, sem beber. E, num instante, tudo voltou ao seu movimento anterior e ao seu curso habitual.
Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular, a partir da versão espanhola de González-Blanco
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