Une Sacra

Evangelho do Pseudo-Mateus — 15. A circuncisão

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1No sexto dia entraram em Belém, onde passaram o sétimo dia. No oitavo, circuncidaram o menino e chamaram-no Jesus, como o anjo o tinha denominado antes da sua concepção. Quando se cumpriram, segundo a lei de Moisés, os dias da purificação de Maria, José conduziu o menino ao templo do Senhor. E, como o menino tinha sido circuncidado, ofereceram por ele duas rolas e dois pombinhos.

2E havia no templo um homem de Deus, perfeito e justo, chamado Simeão, com a idade de cento e doze anos. E o Senhor lhe tinha feito saber que não morreria sem ter visto o Cristo, filho de Deus encarnado. Quando viu o menino, gritou em alta voz: Deus visitou o seu povo e o Senhor cumpriu a sua promessa. E adorou o menino. Depois, tomando-o no seu manto, adorou-o outra vez e beijou-lhe os pés, dizendo: Agora, Senhor, deixa partir o teu servo em paz, segundo a tua promessa, já que os meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz que deve dissipar as trevas das nações e iluminar Israel, teu povo.

3Havia também no templo do Senhor uma profetisa chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, que tinha vivido com o seu marido sete anos depois da sua virgindade e que era viúva havia oitenta e quatro anos. Nunca se afastara do templo do Senhor, entregando-se sempre à oração e ao jejum. E, aproximando-se, adorou o menino e proclamou que ele era a redenção do século.

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Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular, a partir da versão espanhola de González-Blanco

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