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Evangelho de Filipe — Os governantes

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Os governantes quiseram enganar a humanidade, porque eles (os governantes) viram que ela (a humanidade) tinha parentesco com os que são verdadeiramente bons. Tomaram o nome dos que são bons e o deram aos que não são bons, para enganá-la (a humanidade) pelos nomes e prendê-la aos que não são bons; e depois, que favor lhes fazem! Tiram-nos dos que não são bons e os põem entre os que são bons. Sabiam o que faziam, porque queriam tomar os que eram livres e pô-los na escravidão para sempre. Há potências que existem […] a humanidade, não querendo que ela seja [salva], para que sejam […] porque, se a humanidade [fosse salva], os sacrifícios [não] aconteceriam […] e animais oferecidos às potências, porque aqueles a quem se faziam oferendas eram animais. Eram oferecidos vivos, mas, quando oferecidos, morriam. Um humano foi oferecido a Deus morto, e viveu.

Antes de Cristo vir, não havia pão no mundo – assim como o Paraíso, onde estava Adão, tinha muitas árvores para alimentar os animais, mas nenhum trigo para alimentar a humanidade. A humanidade comia como os animais, mas, quando Cristo, o humano perfeito, veio, trouxe pão do céu para que a humanidade fosse alimentada com o alimento da humanidade.

Os governantes pensavam que faziam o que faziam pelo seu próprio poder e vontade, mas o Espírito Santo realizava secretamente por meio deles tudo o que queria. A Verdade, que existe desde o princípio, é semeada por toda parte; e muitos a veem sendo semeada, mas poucos a veem sendo colhida.

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Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular, a partir da versão inglesa de Mark M. Mattison

Fonte: Gospels.net — Mark M. Mattison

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