Centúrias de Nostradamus — Centúria VIII
Ler no Une Sacra1Pau, Nay, Oloron, mais fogo que sangue será,
Laude nadar, fugir o grande aos Surrez.
Os agassas a entrada recusará,
Pampon, Durance os terá encerrados.
1*Ficarão confusos vários na sua espera,
Aos habitantes não será perdoado,
Os que bem pensavam perseverar na espera,
Mas grande folga não lhes será dada.
2Condom e Auch e em torno de Mirande
Vejo do céu fogo que os envolve.
Sol, Marte conjuntos ao Leão, depois Marmande,
Raio, grande granizo, muro cai no Garona.
2*Vários virão e falarão de Paz
Entre Monarcas e Senhores bem poderosos,
Mas não será acordada tão de perto
Que não se rendam mais que outros obedientes.
3No forte castelo de Vigilanne e Resviers
Será encerrado o caçula de Nancy:
Dentro de Turim serão queimados os primeiros,
Quando de luto Lyon estiver transida.
3*Ai, que furor, ai, que piedade
Haverá entre muita gente,
Nunca se viu uma tal amizade
Como terão os Lobos a correr diligentes.
4Dentro de Mônaco o galo será recebido,
O Cardeal da França aparecerá,
Por Logarion Romano será enganado,
Fraqueza à Águia, e força ao Galo nascerá.
4*Muita gente virá parlamentar
Com os grandes Senhores que lhes farão a guerra,
Não se quererá em nada escutá-los,
Ai! se Deus não envia Paz à Terra.
5Aparecerá templo luzente ornado,
A lâmpada e o círio em Borne e Breteuil,
Para a Lucerna o cantão desviado,
Quando se vir o grande Galo no ataúde.
5*Vários socorros virão de todos os lados,
De gente longínqua que quererá resistir,
Estarão de repente bem apressados,
Mas não poderão por essa hora assistir.
6Clarão de relâmpago em Lyon aparente,
Luzente, tomada Malta, súbito será extinto,
Sardon, Maurício tratará enganosamente,
Genebra a Londres, ao Galo, traição fingida.
6*Ai, que prazer têm Príncipes estrangeiros,
Guarda-te bem de que ao teu País não venha,
Haveria terríveis perigos,
E em muitas Regiões, mesmo em Viena.
7Vercelli, Milão dará inteligência,
Dentro de Ticino será feito o pagamento.
Correr pelo Sena água, sangue, fogo por Florença,
Único cair do alto a baixo fazendo maio.
8Perto de Linterno, dentro de tonéis fechados,
Chivasso fará pela Águia a manobra,
O eleito quebrado, ele e a sua gente encerrados,
Dentro de Turim rapto, esposa levada.
9Enquanto a Águia e o Galo em Savona
Estiverem unidos, Mar, Levante e Hungria,
O exército em Nápoles, Palermo, Marca de Ancona,
Roma, Veneza por Barba horrível grita.
10Fedor grande sairá de Lausanne,
Que não se saberá a origem do feito.
Pôr-se-á fora toda a gente longínqua,
Fogo visto no céu, povo estrangeiro derrotado.
11Povo infinito aparecerá em Vicenza,
Sem força, fogo queimar a basílica,
Perto de Lunage derrotado grande de Valença,
Quando Veneza por morte tomar briga.
12Aparecerá perto de Buffalora
O alto e prócer entrado em Milão,
O abade de Foix com os de Saint-Maur
Farão a trapaça vestidos de vilão.
13O irmão cruzado, por amor desenfreado,
Fará por Preto Belerofonte morrer,
Frota a mil anos, a mulher enfurecida,
Bebida a beberagem, ambos depois perecer.
14O grande crédito de ouro e de prata a abundância
Fará cegar pela libido a honra.
Será conhecida do adultério a ofensa,
Que chegará à sua grande desonra.
15Para o Aquilão grandes esforços por mulher varonil,
Quase a Europa e o universo vexar,
Os dois eclipses porá em tal caça,
E aos Panônios vida e morte reforçar.
16No lugar onde Hierão fez a sua nau fabricar,
Tão grande dilúvio haverá e tão súbito
Que não se terá lugar nem terras a que se agarrar,
A onda subir ao Olímpico de Fiesole.
17Os abastados de súbito serão depostos,
Pelos três irmãos o mundo posto em perturbação.
Cidade marinha tomarão os inimigos,
Fome, fogo, sangue, peste, e de todos os males o dobro.
18De Flora saída, da sua morte será causa,
Um tempo antes, por jovem e velha beberagem,
Pois os três lises lhe farão tal pausa,
Por seu fruto salvo como carne crua morta.
19Para sustentar a grande capa perturbada,
Para a esclarecer os vermelhos marcharão,
De morte a família será quase esmagada,
Os vermelhos vermelhos o vermelho abaterão.
20A falsa mensagem por eleição fingida
Correr pela cidade, rompido o pacto firmado,
Vozes aceitas, de sangue capela tingida,
E a um outro o império constrangido.
21No porto de Agde três fustas entrarão
Trazendo o infecto, não a fé, e pestilência,
Passando a ponte mil milhares roubarão,
E a ponte romper à terceira resistência.
22Coursan, Narbona, pelo sal avisar
Tuchan, a graça de Perpignan traída,
A vida vermelha não quererá consentir,
Por alta bandeira cinzenta vida falhada.
23Cartas achadas da Rainha nos cofres,
Nenhuma subscrição, sem nome algum de autor,
Pela polícia serão escondidas as ofertas,
Que não se saberá quem será o amante.
24Tenente à entrada da porta
Abaterá o grande de Perpignan,
Cuidando salvar-se em Montpertuis,
Será enganado o bastardo de Lusignan.
25Coração do amante aberto de amor furtivo
No regato fará arrebatar a Dama,
O meio mal contrafará lascivo,
O pai a dois privará o corpo da alma.
26De Catão os ossos achados em Barcelona,
Postos a descoberto, lugar, terreno e ruína,
O grande que tem, não tem, quererá Pamplona.
Pela abadia de Montserrat garoa.
27O caminho auxiliar um sobre o outro em arco,
Do moio de ferro, exceto bravo e giesta,
O escrito do imperador, a fênix,
Visto naquele o que a nenhum outro é.
28Os simulacros de ouro e de prata inchados,
Que depois do rapto no lago ao fogo foram lançados,
A descoberto extintos todos e perturbados,
No mármore escritos, prescritos interjetados.
29No quarto pilar se sacrifica a Saturno.
Por terra tremente e dilúvio fendido,
Sob o edifício Saturnino achada urna,
De ouro de Cepião arrebatado e depois devolvido.
30Dentro de Toulouse, não longe de Beluzer,
Fazendo um poço longe, palácio de espetáculo,
Tesouro achado, cada um irá vexar,
E em dois lugares tudo, e perto do vesacle.
31Primeiro grande fruto o Príncipe de Peschiera:
Mas depois virá bem e cruel maligno,
Dentro de Veneza perderá a sua glória altiva,
E posto a mal pelo mais jovem Celin.
32Guarda-te, rei Gaulês, do teu sobrinho,
Que fará tanto que o teu filho único
Será assassinado fazendo voto a Vênus,
Acompanhado de noite por três e seis.
33O grande nascerá de Verona e Vicenza,
Que levará um sobrenome bem indigno.
Que a Veneza quererá fazer vingança.
Ele mesmo preso por homem da vigília e sinal.
34Depois da vitória do Leão sobre o Leão,
Sobre a montanha do Jura hecatombe,
Dilúvios e brodes, sétimo milhão,
Lyon, Ulm, em Mausole morte e túmulo.
35Dentro da entrada do Garona e do Baïse,
E a floresta não longe de Damazan,
Dos pântanos geadas, depois granizo e vento norte,
Dordonhês geada por erro de Mézin.
36Será cometido conde ungir ducado
De Saulne e Saint-Aubin e Belœuvre,
Pavimentar de mármore de todos longe escolhido,
Não Bletteran resistir, e obra-prima.
37A fortaleza perto do Tâmisa
Cairá então, o Rei dentro encerrado,
Perto da ponte será visto em camisa
Um diante, morto, depois no forte barrado.
38O Rei de Blois em Avignon reinar,
Outra vez o povo em monopólio,
Dentro do Ródano pelos muros fará banhar
Até cinco, o último perto de Nolle.
39O que tiver sido por príncipe Bizantino
Será tirado por príncipe de Toulouse:
A fé de Foix pelo chefe Tolentino
Lhe faltará, não recusando a esposa.
40O sangue do justo pelo Touro e a Daurade,
Para se vingar contra os Saturninos,
No novo lago mergulharão a mesnada,
Depois marcharão contra os Albaneses.
41Eleito será Raposo sem dizer palavra,
Fazendo o santo público, vivendo de pão de cevada,
Tiranizar depois tanto de um golpe,
Pondo o pé dos maiores sobre a garganta.
42Por avareza, por força e violência
Virá vexar os seus chefes de Orléans,
Perto de Saint-Memire assalto e resistência,
Morto na sua tenda, dirão que dorme lá dentro.
43Pela queda de duas coisas bastardas,
Sobrinho do sangue ocupará o reino,
Dentro de Lectoure serão os golpes de dardos,
Sobrinho por dobrará a insígnia.
44O procriado natural de Ógmio,
De sete a nove do caminho desviar,
Ao rei de longa e amigo ao meio-homem,
Deve a Navarra o forte de Pau prostrar.
45A mão em tipoia e a perna enfaixada,
Longo tempo o caçula de Calais levará,
À palavra da vigília a morte será retardada,
Depois dentro do templo na Páscoa sangrará.
46Pol Mansol morrerá a três léguas do Ródano,
Fugidos os dois próximos, Tarasc destrói:
Pois Marte fará o mais horrível trono,
De galo e de Águia da França, irmãos três.
47O lago Trasimeno dará testemunho
Dos conjurados encerrados dentro de Perúgia,
Um despojado contrafará o sábio,
Matando Tedesco de esterno e minúcias.
48Saturno em Câncer, Júpiter com Marte,
Em Fevereiro Caldondon salvaterra.
Sault Castallon assaltado de três partes,
Perto de Verbiesque conflito, guerra mortal.
49Saturno no boi, Júpiter na água, Marte na flecha,
Seis de Fevereiro mortalidade dará,
Os de Tardaigne em Bruges tão grande brecha
Que em Pontereso chefe Bárbaro morrerá.
50A pestilência em torno de Capadille,
Outra fome perto de Sagonte se apresta:
O cavaleiro bastardo do bom velho
Ao grande de Túnis fará cortar a cabeça.
51O Bizantino fazendo oblação,
Depois de ter Córdoba a si retomado:
Seu caminho longo, repouso, contemplação,
Mar passando, presa pela Colongna tomada.
52O rei de Blois em Avignon reinar,
De Amboise e Seme virá ao longo do Indre,
Unha em Poitiers, santas asas arruinar,
Diante de Boni.
53Dentro de Bolonha quererá lavar as suas faltas,
Não poderá no templo do sol,
Voará fazendo coisas tão altas,
Em hierarquia nunca houve um igual.
54Sob a cor do tratado de casamento,
Feito magnânimo pelo grande Chyren Selin,
Quintin, Arras recobrados na viagem,
De Espanhóis feito segundo banco de açougue.
55Entre dois rios se verá encerrado,
Tonéis e barris unidos para passar além,
Oito pontes rompidas, chefe a tanto ferrado,
Crianças perfeitas são degoladas no cutelo.
56O bando fraco ocupará o outeiro,
Os do alto lugar farão horríveis gritos,
O grosso rebanho de estar no canto perturbará,
Túmulo perto de D. Nebro, descobertos os escritos.
57De soldado simples chegará a império,
De veste curta chegará à longa,
Valente nas armas, na igreja ainda pior,
Vexar os padres como a água faz à esponja.
58Reino em querela aos irmãos dividido,
Tomar as armas e o nome Britânico,
Título de Anglicano será tarde avisado,
Surpreendido de noite, levar ao ar Gálico.
59Por duas vezes alto, por duas vezes posto abaixo,
O oriente também o ocidente enfraquecerá,
Seu adversário, depois de vários combates,
Por mar expulso, na necessidade falhará.
60Primeiro na Gália, primeiro na Romanha,
Por mar e terra aos Ingleses e a Paris,
Maravilhosos feitos por aquela grande comitiva,
Violando, Terax perderá o NORLARIS.
61Jamais pelo descobrimento do dia
Chegará ao signo cetrífero,
Até que todas as suas sedes estejam em repouso,
Levando ao galo dom do Tejo amigo.
62Quando se vir espoliar o santo templo,
O maior do Ródano, e coisas sagradas profanar,
Por eles nascerá pestilência tão ampla,
Rei feito injusto não fará condenar.
63Quando o adúltero ferido sem golpe tiver
Assassinado a mulher e o filho por despeito,
Mulher abatida, a criança estrangulará:
Oito cativos presos, sufocar-se sem descanso.
64Dentro das Ilhas as crianças transportadas,
Os dois de sete estarão em desespero:
Os do território serão por eles sustentados,
Nome pá tomado, das ligas fugida a esperança.
65O velho frustrado da principal esperança,
Chegará ao chefe do seu império:
Vinte meses terá o reino com grande poder,
Tirano, cruel, deixando um pior.
66Quando a escritura D. M. achada,
E cave antiga com lâmpada descoberta,
Lei, Rei e Príncipe Ulpiano provada,
Pavilhão Rainha e Duque sob a coberta.
67Par. car. nersaf, à ruína grande discórdia,
Nem um nem outro terá eleição,
Nersaf do povo terá amor e concórdia,
Ferrara, Colonna grande proteção.
68Velho Cardeal pelo jovem enganado,
Fora do seu cargo se verá desarmado,
Arles não mostres, duplo seja avistado,
E o Aqueduto e o Príncipe embalsamado.
69Junto ao jovem o velho Anjo baixar-se,
E o virá a sobrepujar no fim:
Dez anos iguais aos mais velhos rebaixar,
De três dois, um oitavo Serafim.
70Entrará vilão, malvado, infame,
Tiranizando a Mesopotâmia,
Todos amigos feitos de dama adúltera.
Terra horrível, negro de fisionomia.
71Crescerá o número tão grande dos Astrônomos
Expulsos, banidos e livros censurados,
No ano mil seiscentos e sete por sacros glomes,
Que ninguém nos sacros estará seguro.
72Campo Perusino, ó enorme derrota,
E o conflito bem perto de Ravena,
Passagem sagrada quando se fizer a festa,
Vencedor vencido, cavalo comer a aveia.
73Soldado Bárbaro o grande Rei ferirá,
Injustamente, não afastado da morte,
A mãe avara do feito causa será,
Conjurador e reino em grande remorso.
74Em terra nova bem adiante o Rei entrado,
Enquanto súditos lhe virão fazer acolhida,
Sua perfídia terá tal encontro
Que aos citadinos lugar de festa e acolhimento.
75O pai e o filho serão assassinados juntos,
O prefeito dentro do seu pavilhão,
A mãe em Tours do filho terá o ventre inchado,
Esconde verdura de folhas, borboleta.
76Mais Açougueiro que Rei na Inglaterra,
De lugar obscuro nascido, por força terá o império:
Covarde, sem fé, sem lei, sangrará a terra.
Seu tempo se aproxima tão perto que suspiro.
77O anticristo três bem cedo aniquilados,
Vinte e sete anos de sangue durará a sua guerra,
Os hereges mortos, cativos, exilados,
Seu corpo humano, água avermelhada, granizar a terra.
78Um Bragamas com a língua torta
Virá dos deuses o santuário,
Aos hereges ele abrirá a porta,
Suscitando a igreja militar.
79Quem por ferro o pai perderá, nascido de Nonnaire,
De Górgona sobre ela fará sangue perfeito,
Em terra estranha fará tanto de calar,
Que queimará a si mesmo e ao seu filho.
80Dos inocentes o sangue de viúva e virgem.
Tantos males feitos por meio do grande Vermelho,
Santos simulacros banhados em ardente círio,
De pavor, temor, não se verá ninguém que se mova.
81O novo império em desolação
Será mudado do polo aquilonar,
Da Sicília virá a comoção,
Perturbar a empresa a Filip. tributário.
82Rói longo, seco, fazendo de bom criado,
No fim não terá senão a sua licença,
Pungente veneno, e cartas no colarinho,
Será apanhado, escapado em perigo.
83A maior vela fora do porto de Zara,
Perto de Bizâncio fará a sua empresa.
Do inimigo perda, e o amigo não será,
O terceiro a dois fará grande saque e tomada.
84Paterno terá da Sicília o grito,
Todos os aprestos do golfo de Trieste,
Que se ouvirá até a Trinácria,
De tantas velas foge, foge da horrível peste.
85Entre Bayonne e Saint-Jean-de-Luz
Será posto de Marte o promontório:
Aos Hanis do Aquilão Nanar tirará a luz,
Depois sufocado no leito sem auxílio.
86Por Hernani, Tolosa, Villafranca,
Bando infinito pelo monte Adrian,
Passa o rio, Hutin pela ponte a prancha,
Bayonne entrar, todos Bichoro gritando.
87Morte conspirada virá a pleno efeito,
Encargo dado e viagem de morte.
Eleito, criado, recebido, pelos seus derrotado,
Sangue de inocência diante de si por remorso.
88Na Sardenha um nobre Rei virá,
Que não terá senão três anos o Reino,
Várias cores consigo unirá,
Ele mesmo depois, cuidado, sono, aflito escárnio.
89Para não cair nas mãos do seu tio,
Que os filhos para reinar trucidou,
Orando ao povo, pondo pé sobre Peloncle,
Morto e arrastado entre cavalos armados.
90Quando dos cruzados um achado de sentido turvo
Em lugar do sagrado verá um boi cornudo,
Por virgem porco o seu lugar então será cheio,
Pelo Rei mais ordem não será sustentada.
91Entre os campos das entradas do Ródano,
Onde os cruzados estarão quase unidos,
Os dois braços encontrados em Peixes,
E um grande número por dilúvio punidos.
92LONGE fora do reino, posta em risco a viagem:
Grande exército conduzirá, para si o ocupará.
O Rei terá os seus cativos como reféns.
Na sua volta todo o país saqueará.
93Sete meses, sem mais, obterá a prelazia,
Pela sua morte grande cisma fará nascer:
Sete meses terá outro a pretoria,
Perto de Veneza paz, união renascer.
94Diante do lago onde o mais caro foi lançado
De sete meses, e o seu exército desbaratado,
Serão Hispanos por Albaneses devastados,
Por demora perda, travando o conflito.
95O sedutor será posto na fossa,
E atado até algum tempo,
O clérigo unido, o chefe com o seu báculo,
Picante direita atrairá os contentes.
96A Sinagoga estéril, sem fruto algum,
Será recebida entre os infiéis,
De Babilônia a filha do perseguido,
Miséria e triste lhe cortará as asas.
97Nos confins do Var mudar o Pompotans,
Perto da margem os três belos filhos nascer,
Ruína ao povo por idade competentes,
Reino no país carregar, mais crescer.
98Da gente de Igreja sangue será derramado
Como da água em tão grande abundância,
E por longo tempo não será estancado,
Ai, ai, ao clérigo ruína e lamento.
99Pelo poder dos três Reis temporais,
Em outro lugar será posta a santa sé:
Onde a substância do espírito corporal
Será reposta e recebida por verdadeira sé.
100Pela abundância da arma derramada,
Do alto a baixo, pelo baixo ao mais alto,
Fé grande demais, por jogo vida perdida,
De sede morrer por abundante falta.
Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular
Fonte: Internet Sacred Text Archive — texte de 1568
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