Evangelho do Pseudo-Mateus — 7. Mérito da castidade
Ler no Une Sacra1Então o sacerdote Abiatar ofereceu presentes consideráveis aos pontífices, para obter deles que Maria se casasse com um filho seu. Mas Maria os rejeitou, dizendo: É impossível que eu conheça homem, ou que um homem me conheça. Os pontífices e todos os seus parentes tentaram dissuadi-la da sua resolução, insinuando-lhe que se honra a Deus pelos filhos e que se O adora com a geração de descendência, e que assim fora sempre em Israel. Mas Maria lhes respondeu: Honra-se a Deus pela castidade, antes de tudo, como é muito fácil provar.
2Porque, antes de Abel, não houve nenhum justo entre os homens, e ele foi agradável a Deus pela sua oferenda e morto por aquele que desagradara ao Altíssimo. E recebeu duas coroas, a da sua oferenda e a da sua virgindade, visto que evitara continuamente toda mancha na sua carne. Da mesma forma, Elias foi transportado ao céu no seu corpo mortal, por ter conservado intacta a sua pureza. Quanto a mim, aprendi no templo, desde a minha infância, que uma virgem pode ser agradável a Deus. Eis por que resolvi no meu coração não pertencer jamais a homem algum.
Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular, a partir da versão espanhola de González-Blanco
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