Livro dos Mortos (Papiro de Ani)
Escribas e sacerdotes egípcios · c. 1250 a.C. (Papiro de Ani)
Ler no Une SacraOs egípcios chamavam estes textos de "Capítulos do Sair à Luz do Dia": fórmulas, hinos e orações escritos em rolos de papiro e colocados no túmulo para guiar o morto pelo mundo inferior (o Duat) até a vida eterna ao lado de Osíris. Não é um livro único, mas uma coleção de cerca de duzentos capítulos, copiados em combinações diferentes para cada pessoa.
O Papiro de Ani, feito por volta de 1250 a.C. para o escriba tebano Ani e hoje no Museu Britânico, é o exemplar mais belo e mais conhecido. Traz os hinos a Rá e a Osíris, a pesagem do coração diante de Osíris na balança de Maat, a "confissão negativa" ("não roubei, não matei…") diante dos 42 juízes, as fórmulas para não morrer uma segunda vez e para se transformar em falcão, fênix (benu), lótus ou serpente. A tradução é de E. A. Wallis Budge (1913), em domínio público; os trechos marcados como apêndice vêm de outros papiros (Nu, Nebseni, Nekht) que Budge acrescentou para completar o texto.
Capítulos
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Versão: Tradução (edição 1) — Tradução popular, a partir da versão inglesa de E. A. Wallis Budge
Fonte: Wikisource — The Papyrus of Ani (1913)
Licença: Domínio público